
Muricy Ramalho está orgulhoso. Afinal, mais um jogador que evoluiu em suas mãos vai jogar na Europa e faz sucesso na seleção brasileira. Alex Silva acertou sua transferência para o Hamburgo, na última terça-feira, e o técnico do São Paulo se sente responsável pelo crescimento do atleta.
- O Alex Silva é mais um jogador que o técnico formou. Ele veio como um desconhecido, não foi bem na Copa São Paulo, e alguém poderia desistir dele, mas não desistimos nunca. Ele começou a carreira com muitos carrinhos e expulsões, e a gente corrigiu. E hoje está na seleção. Ele não chegou lá sozinho, foi com a comissão técnica. Isso é importante, ver o trabalho que a gente faz para o clube, esta é a minha escola.
O zagueiro não poupa elogios ao mestre. Alex Silva ressalta a paciência que Muricy teve com ele não apenas início pelo Tricolor, mas também quando ele machucou o joelho com gravidade e ficou seis meses sem atuar, no ano passado. - O Muricy é como um pai. Alguém que nos momentos mais difíceis da carreira me aconselhou. Em 2006, quando tive problemas com expulsões, ele me chamou para conversar e me colocou até no banco. Teve paciência comigo, e sempre fez tudo no momento certo. Espero um dia voltar a trabalhar com ele - destaca o jogador à Rádio Globo.
- O Alex Silva é mais um jogador que o técnico formou. Ele veio como um desconhecido, não foi bem na Copa São Paulo, e alguém poderia desistir dele, mas não desistimos nunca. Ele começou a carreira com muitos carrinhos e expulsões, e a gente corrigiu. E hoje está na seleção. Ele não chegou lá sozinho, foi com a comissão técnica. Isso é importante, ver o trabalho que a gente faz para o clube, esta é a minha escola.
O zagueiro não poupa elogios ao mestre. Alex Silva ressalta a paciência que Muricy teve com ele não apenas início pelo Tricolor, mas também quando ele machucou o joelho com gravidade e ficou seis meses sem atuar, no ano passado. - O Muricy é como um pai. Alguém que nos momentos mais difíceis da carreira me aconselhou. Em 2006, quando tive problemas com expulsões, ele me chamou para conversar e me colocou até no banco. Teve paciência comigo, e sempre fez tudo no momento certo. Espero um dia voltar a trabalhar com ele - destaca o jogador à Rádio Globo.
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